Em vez de preencher, estimular. O corpo produz o próprio colágeno e o resultado aparece aos poucos — o que o torna praticamente impossível de identificar.
Bioestimuladores são substâncias que provocam, de forma controlada, uma resposta do próprio organismo: a produção de colágeno novo. Diferente do preenchimento, eles não criam volume no dia da aplicação — eles melhoram a qualidade e a firmeza da pele ao longo das semanas.
É por isso que costumam ser a escolha de quem tem receio de mudança brusca. A transformação é gradual: em 30 a 60 dias a pele fica mais firme, com melhor sustentação e textura mais uniforme.
A aplicação pode ser facial — terço médio, mandíbula, pescoço, colo — ou corporal, em regiões como braços, abdômen, glúteos e coxas, onde a flacidez leve incomoda.
As orientações são entregues por escrito no fim do atendimento.
O protocolo é definido por sessões espaçadas, sempre com reavaliação antes de repetir.
Analisamos o grau de flacidez e se o caso pede bioestimulador, preenchimento, outro recurso — ou a combinação.
Existem diferentes bioestimuladores, com tempos e respostas distintos. A escolha considera a região e o seu objetivo.
Antissepsia, anestesia tópica e aplicação em plano profundo, com técnica adequada a cada área.
Como o resultado é progressivo, o retorno em 30 a 60 dias é essencial para medir a resposta e planejar a continuidade.
Se a sua queixa é flacidez e você não quer mudança brusca, a avaliação vai dizer se o bioestimulador é o caminho — e em quantas etapas.